terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Pergunte a você mesmo

Olá. Decidi que vou fechar este blog, está velho demais e eu pretendo fazer algo novo e especial, com cheiro de carne na chapa, de mulher gostosa, de frutas frescas, de ovo com pimentão e cebola, de sorvete de pistache com cobertura de pistache e flocos de pistache cristalizados... Pode não parece, mas todos esses cheiros são idênticos pra mim.

Mas é claro que eu não ia fazer um post de despedida sem que fosse algo sensacional, lindo, maravilhoso e deliciosamente suculentamente gostosamente saborosamente instintivamente (errei, foi mal) instigante. Então, entrevistarei a mim mesmo!

Pode parecer idiota, mas é extremamente lógico. Quem melhor para rebater os seus argumentos do que você mesmo? Além do mais, nenhuma repórter gostosa veio me entrevistar, por isso fiquei sem opções. Ok, estão preparados? Acompanhem mais uma matéria investigativa e bizarra de Leozin:


Olá. Alguém já disse que você é muito sexy?
É a coisa que eu mais ouço na vida.

Ok, eu sei que é mentira.
Então não pergunta.

Enfim. Você está escrevendo um livro sobre o passado dos índios brasileiros. O que você acha da situação atual dos indígenas no Brasil?
Para responder isso acho que a melhor opção é ouvir dados reais. Vou colá-los aqui.
"Nossos povos nativos de donos desta terra, que vivem em harmonia com a natureza: tupi, xavante, tapuia, caiapó, pataxó e tantos outros. São mais de 40 mil anos em que germinaram mais de 990 povos com culturas, com línguas diferentes, mas apenas em 500 anos esses 999 povos foram reduzidos a menos de 220. Mais de 6 milhões de índios foram reduzidos a apenas 350 mil.”


São dados chocantes.
Os dados não chocam muito. O que choca é saber que a cultura indígena foi destruída de tal forma que hoje praticamente todas as expressões importantes em Tupi-guarani foram aportuguezadas. Se um índio tivesse que ler o que os jesuítas escreveram para aprender sua língua ele provavelmente falaria errado, já que a pronúncia foi distorcida pelos caracteres dos filhos da puta dos conquistadores portugueses.

Não fale palavrões durante a entrevista, porra!
Ok, sua bicha.

Enfim. Qual o objetivo do seu livro?
Retratar a realidade do índio desde o descobrimento do ponto de vista INDÍGENA. Nós já ouvimos por demais as versões dos portugueses e dos católicos, está mais do que na hora de fazer uma visão indígena do 'descobrimento'.

Mas você não é indígena e nunca pisou numa reserva. Como pode, então, saber o que os índios sofreram e sofrem?
Não é preciso ser um índio para saber que o que aconteceu nas Américas foi um genocídio cultural e social. Hoje nós vemos uma sociedade discutindo pelos direitos da raça negra, mas ninguém fala do índio. Eles são os donos deste chão e nós os tratamos como bonecos de teatro, parte do folclore. Além do mais, meu trabalho não é pautado simplesmente nas pesquisas, muito dele será uma visão pessoal e sentimental do descobrimento. Não sou um historiador, apenas alguém que deseja fazer com que os índios sejam ouvidos.

E a religião. Aonde ela entra em toda essa história?
É difícil falar de religião sem parecer ateu ou anti-cristo. A verdade é que, na época do descobrimento, a Igreja católica caminhava lado-a-lado com os Reis europeus. Aquele era um período da história em que acreditava-se que qualquer um que não fosse católico tinha como destino o inferno. Para seguir aos céus era preciso, segundo os ensinamentos da Igreja, tornar-se cristão e jurar fidelidade a Deus e ao Papa. Ao mesmo tempo, isso também significava que qualquer um que não fosse católico era um ser inferior (alguns chegavam a dizer que os negros não tinham sequer uma alma), e pronto para ser conquistado e subjulgado. Os jesuítas tiveram papel importante na saga do catolicismo no Brasil: o Império Portugalense dava duas opções aos indígenas: morte ou escravismo. O escravismo, por sua vez, vinha em duas formas: religioso e físico.

Peraí. Começamos com religião e você meteu escravismo no meio.
São duas coisas que, no fundo, tiveram o mesmo significado. Os jesuítas ofereciam aos índios a chance de sobreviverem, mas para isso eles deveriam abdicar de sua cultura e seus ideais e se tornar um católico praticante. Isso é uma forma de escravidão intelectual.

Então o seu livro critica a Igreja Católica?
Não. O meu livro critica a indústria do descobrimento como um todo, e a Igreja Católica fez parte dessa indústria. O continente americano era como um bolo enorme, e todos queriam tomar suas fatias... Certamente a Igreja tomou a sua.

E hoje, como os índios estão?
Pobres. Suas terras são cobiçadas por fazendeiros de todo o país, seus direitos são violados diariamente, não possuem escolas de respeito nem moradias adequadas (Alguns tentam viver como nos tempos do descobrimento, o que eu acho tolice. Os índios deviam evoluir por eles mesmos, e não tentar viver de uma forma arcaica sem necessidade - outros por sua vez simplesmente moram em casas de taipa ou tijolos, de baixíssima qualidade), não têm acesso a saúde (não estou falando de uma visita mensal do exército pra vacinar as crianças e constatar que todas estão desnutridas) e suas culturas vão desaparecendo com o tempo. A verdade é que aqueles que pesquisam a cultura indígena ainda pensam como europeus, não passam de novos jesuítas. Nenhum deles quer realmente ver os índios autônomos e com suas culturas preservadas, senão não transformariam suas palavras em caricaturas aportuguezadas e não ficariam tirando fotos ridículas de seus rituais pra mostrar aos amigos da cidade. "Olha, que índio rústico e maneiro. Vou alimentá-lo e levar uma foto dele para casa." Grande merda.

Cara, eu vou cortar isso na original.
Corta então, sua biba jornalística medrosa e capitalista!

Enfim. Alguma mensagem para os leitores sobre o seu filme?
Leiam. E pare de me fazer perguntas.



Muito bem, e assim se encerra a última (e primeira) entrevista deste blog, que será fechado assim que todos os poucos leitores que acompanham essa merda lerem a matéria. Obrigado.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Dia interessante.

Hoje eu tive um dia de descobertas.

Primeiro, descobri que a CPMF pode ser derrubada. Descobri também que a oposição não dá a mínima para o Brasil e quer mais é ver o circo pegar fogo e o nosso povo passar por dificuldades, ao invés de buscar uma alternativa plausível para o problema da alta carga tributária que assola o povo brasileiro.

Depois descobri (mais uma vez) que as mulheres são incrivelmente indecisas. No mesmo dia eu ouvi uma mulher de 24 anos dizer que não se importaria em namorar um cara mais novo e, minutos depois, dizer que eu era novo demais pra ela. E o pior foi a comparação que ela fez: "Uma vez eu namorei um cara 15 anos mais velho...", 15 anos? Eu hein. Então ela é idosa e eu não sabia.

E não é apenas isso. Descobri também que ser um revolucionário é uma tarefa tão inutil quanto "encher pneu de trem", como diria o carinha do comercial de faculdade. Um revolucionário é alguém que não tem mais escolha, alguém que perdeu todo o gosto pela vida e que só tem um objetivo: mudar a realidade que destruiu o pouco que ele tinha. Enquanto houver uma oportunidade o revolucionário não entrará em ação, pois essa é a sina da humanidade letárgica e frágil, que crê em inúmeros deuses para que a "justiça" seja feita, pois ninguém tem coragem de fazê-la.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Rapidinha.

Hoje não estou afim de reclamar de nada nem de postar algo sobre a minha vida, então vou fazer algo engraçado.

Quem de vocês nunca falou alguma coisa em inglês com a voz da mente? Às vezes, depois que assistimos um filme de comédia legendado, soltamos um "SHIT!" com a cabeça. Outras vezes, quando vemos filmes do Schwarzenegger, soltamos um "MOTHERFUCKER!" -- o Blogger não bane quem fala palavrão, bane? *Cof.* Enfim. -- e isso segue com "Fuck you!" ou "Go fuck yourself", e tem ainda o "Son of a bitch!".

Mas não se engane, caro leitor, eu não estou simplesmente jogando para fora as minhas mágoas através deste post incrivelmente sujo de palavrões e expressões de baixo calão. Podia ser, mas não é o caso. Aliás, vou anotar isso pra não esquecer. Peraí.

---

Agora que eu fingi que anotei (só pra não perder a piada, vai) podemos continuar. O objetivo do post não é trazer à tona um sentimento de culpa pelo fato de falarmos e pensarmos em tantas coisas ruins e obscenas enquanto executamos tarefas simples do nosso dia-a-dia. Ok, podia ser também, mas não é o caso. Aliás... Esquece, já fiz essa piada. O meu real objetivo é, simplesmente, expor para vocês uma cena do meu cotidiano que não aconteceu, mas podia acontecer, e caso aconteça será uma bela cena de filme caso algum visionário decida escrever um livro sobre a minha magnífica existência como ser humano e outro cara mais visionário ainda decida transformar o livro em filme. Posso continuar? Tem certeza?

Muito bem, aí vai. Meu primo de seis anos está assistindo ao longa da Disney Princesas no DVD, e eu quero jogar Playstation com o meu outro primo. Quando ameaçamos entrar ele começa a chorar desesperadamente, joga o controle do DVD no chão (isso é verídico, tá?) e quase arrebenta ele todo. Ele corre pro quarto, mas antes...

*Aperta o Play e começa a parte imaginária.*


"- MOTHERFU -- Ploft.
- Ploft foi o barulho do meu primo caindo após ter sido atingido por uma porretada na nuca.
Tá, não ficou bom, deixa eu fazer denovo.
*Bate no menino denovo.* -- *POW!*
- Droga, o som saiu diferente.
- Ei... RESPIRE, IMBECIL!"


Fim. Rox, né?
Tá, eu prometo que não serei roteirista de Hollywood.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

De volta à prancheta

Tá, ok. Ultimamente não tenho postado nada revoltado. Vocês devem estar pensando: "Cadê a crítica nessa pocilga?" Bem, meus amigos, é que eu ando meio ocupado e não tenho lido/assistido aos noticiários da tevê, e sem ser um sensacionalista fica difícil encontrar manchetes decentes assim.

Por isso mesmo que eu fiz algo que costumava fazer muito: fui ao site do MSN Brasil (o americano é uma bosta, só fala de terrorismo e celebridades de Hollywood) procurar manchetes. O problema é o nível delas... Olha só:


"Não sou salvador"
Mano Menezes chega e descarta mágica para devolver o Corinthians à Série A.
  • Ora, e eu com isso?! Eu achei foi bom que o Corinthians caiu, próximo ano a renda de Ceará x Corinthians vai pagar a folha inteira do vozão. =D

"Veja no especial 13 boas dicas para usar seu 13º salário"

  • Uma boa dica é não usar o 13º salário. Alguém aqui já ouviu falar em poupança? u.u
"Outro retorno?"
Depois de Ibson, Flamengo quer contar com Jônatas para a Copa Libertadores.
  • Tadinho do Jônatas. Ainda se fosse o Corinthians... ;/

Enfim, deu pra perceber a situação, né? Não tem muito o que comentar sobre essas manchetes, a coisa só esquenta mesmo quando vamos para o MSN Notícias.


"Adolescente de 19 anos (peraí, 19 não é adulto?) mata 8 e se suicida em shopping center nos EUA"
Por incrível que pareça, a primeira coisa que me veio à cabeça foi: "Normal." E realmente é normal. Os Estados Unidos são, hoje, um país com altos índices de criminalidade e vandalismo (para um país de primeiro mundo). Como se não bastasse, o visível desequilíbrio de sua sociedade superficial e hipócrita é o melhor ambiente possível para o surgimento de serial killers, suicidas e pseudo-psicopatas. Eu até cheguei a ler a matéria hoje mais cedo, mas não lembro muitos detalhes. Notícia desinteressante (que Deus me perdoe por dizer isso, e que os mortos encontrem paz).
"Governo quer adiar votação da CPMF"
Cara, que viadagem! Essa história de CPMF já deu o que tinha que dar. A CPMF é o único imposto politicamente correto do nosso país e a oposição quer acabar com ele pra angariar votos e atrair a atenção de indecisos. Por outro lado, o Governo Lula se recusa a reduzir a carga tributária, que é um verdadeiro aperto nas bolas da nossa economia. Não me dei ao trabalho de ler a matéria, e sugiro que façam o mesmo.
"Lula discute sucessão do Senado com PMDB"
E
m síntese: vão tirar um ladrão conformista e botar outro no lugar. Preciso realmente gastar meus dedos explicando a matéria? =/
"China: 46 morreram em explosão de mina"
Isso acontece muito mundo àfora. Trabalhar numa mina é um trabalho degradante, um verdadeiro atraso de vida. E o pior é que, com toda a tecnologia que temos hoje, ninguém teve ainda a coragem de tentar acabar com essa prática complicadíssima. É como o motor à gasolina. "Se alguém te chutar o saco não o interrompa, apenas bote uma proteção nos escrotos", é o que o homem faz hoje.
"Cacciola é julgado em Mônaco"
Que piada. Cacciola é um filho da póica e já foi julgado e condenado, quem são eles pra julgar alguém? MANDA DEPORTAR LOGO O RAPAZ, CACETE!


Bem, depois de toda essa baboseira só me resta comentar a melhor de todas! SIM, porque há uma boa!

"Viviane Araújo fará lipo para o Carnaval"
Que beleza. O problema é que ela não tem gordurinhas, então acho que ela vai aspirar todos aqueles músculos de macho que ela tem no abdôme e ficar, tipo uma mulher normal, sabe? Não que ela não seja um pedaço de mulher, mas enfim.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

AEEEEEEEEE!

O cara da montadora veio!
AEEEEEEEEE!

Meu quarto tá muito foda agora. Fodasticíssimo! Aquele rack lindão, a minha tv no meio dele, todos os meus livros, troços, coisas inúteis guardadas estrategicamente naquela maravilha reluzente.
AEEEEEEEEE! *-*

E o noivo da minha irmã passou prum concurso em Ribeirão Preto. Se ele não passar num último concurso aqui ele vai se mudar, e ela deve ir junto.
AEEEEEEEEE!

Uhuhuehuahuehuae, zuera. Minha mãe tá torcendo pro cara passar aqui em Fortaleza pra minha irmã não ir embora, e eu acho honestamente que se ela for com ele ela vai virar dona de casa e ter que cuidar dos filhos dos dois.

Bom. MEU QUARTO TÁ ROOOOOOOOX!

Sem mais. *Corre pro quarto.* \o\


AEEEEEEEEE!
~

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Pow, Pum, Plack!

Hoje o dia foi agradável. Há algum tempo eu não tinha um dia agradável.

Depois de perder metade do elenco titular no SoccerProject (http://www.soccerproject.com/) eu decidi fazer um empréstimo de 1.5M pra poder renovar com os poucos atletas que me restaram. Até agora estou enviando propostas de contrato para atletas meia-boca, só pra fechar o elenco. É uma triste tarefa, mas alguém deve fazê-lo.

Também troquei os pneus do meu carro pelos do carro do meu pai. O carro ficou ridículo (numa comparação esdrúxula, é como se um cara gordão estivesse usando um shortinho minúsculo) e a direção ficou mole como gelatina, mas eu entendo o lado do meu pai (ele vai viajar e precisa de pneus novos) e por isso aceitei tranquilamente.

MAS, algo me irritou hoje. Desde sexta-feira eu espero a montadora de móveis pra botar o rack que eu comprei em ordem, e os filhos duma vaca prenha e manca não apareceram. Amanhã vou sair no tapa! >=/

Enfim, apesar dos pesares...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Festa para ninguém.

Sábado, 1 de Dezembro de 2007, meu avô fez aniversário. Acho que 92, 93 anos. Não sei ao certo porque não participei da festa.

As festividades foram realizadas aqui, no terreno da minha casa. Mas eu não fui para fora ficar com os convidados -- meus parentes. Não conversei com meus primos, não ri dos meus tios, não abracei meus avós. E o pior de tudo: esqueci de dar os parabéns ao aniversariante.

Hoje, na madrugada de domingo para segunda, estava vendo as fotos da festa. Numa delas eu estava presente: a foto dos primos; minha mãe praticamente me arrastou do meu quarto para que eu aparecesse na foto. Coloquei o braço por sobre os ombros de um de meus primos - que já foi um bom amigo - e sorri para as câmeras, apenas para desaparecer depois dos flashes. Mas isso não vem ao caso. O caso é que, vendo esta e outras fotos eu comecei a me questionar sobre o por quê de eu não ter feito parte daquilo. A desculpa de sábado era que eu não gostava dos meus parentes por parte de pai - e na verdade eu me sinto inibido ao lado deles, isso é fato - e, por isso, não queria fazer parte da festa. Por isso me escondi e fiquei lendo o livro 'Buda', de Deepak Chopra. Assim como ele, eu reneguei a minha família, naquele dia. Mas ele tinha seus motivos mágicos e superiores, e eu não.

Parando pra pensar, a primeira coisa que eu notei é que eu não queria que nenhum deles me visse. Não porque eu sou tímido (só um pouquinho, vai), mas porque eu estava um lixo. Aliás, estou um lixo. Me ver hoje no espelho não é algo agradável. Mas havia algo além disso: eu temia não ter nada para lhes contar. Eu os vejo muito pouco, logo devia ter muito o que dizer e muito o que ouvir. Mas a verdade é que o meu ano foi vazio como um côco sem água. Não evoluí como ser humano, não fiquei mais rico e nem mais próximo de me tornar rico. Honestamente, hoje eu não teria condições de me sustentar. Não estou na faculdade, não tenho saído muito e nem estou trabalhando também. Minha vida é um poço de vazio. Em síntese: chame-me de inútil.

O fato é que eu não queria que eles me vissem nesse estado deplorável. Eu sou o neto homem mais jovem da família, enquanto meus primos adolescentes se divertiam eu brincava com carrinhos. Isso sempre me entristeceu, e até hoje complica minha relação com eles. Às vezes um de meus primos tenta ser gentil comigo e eu me sinto péssimo por não fazer o mesmo com eles. Isso me fez pensar, e pensar muito.

No final do ano nós olhamos para trás e catamos as boas e más lembranças. Vemos quanto dinheiro temos no bolso e, então, contabilizamos todas as moedas que deixamos cair pelo caminho: todos os feitos que deixamos de fazer, todas as maravilhas que deixamos de provar. Meu amigo, no final do ano nós devemos pensar em nossas vidas, nossos destinos. Mas pensar não é suficiente. Vamos fazer algo, algo que queríamos ter feito e não fizemos. Por quê deixar até o próximo ano, se podemos fazer hoje mesmo?

Bem, eu farei algo. Podem ter certeza.